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Cores disponíveis

V7 II Special

9.988,00 euro

Herdeira da Essetre

Entre as V7, é a mais próxima do espírito da sua antecessora, a começar pelos gráficos bicolores Essetre, inspirados na V750 S3 de 1975. Nesta base, a nova V7 Special tem agora três variantes de cores. Cromados, jantes de raios, atenção aos detalhes e um estilo clássico e intemporal de uma identidade que evoluiu mas que se mantém fiel a si mesma. Puro prazer de condução, graças a uma série de alterações técnicas que refinaram ainda mais a ciclística e o conforto. A nova caixa de seis velocidades foi estudada no intuito de se alcançar um escalonamento mais correto, diminuindo o fosso entre as trocas de mudanças. No quotidiano, tal significa uma maior suavidade de andamento, percetível também no binário e no menor consumo de combustível.
A segunda geração da Moto Guzzi V7 mantém intacta a personalidade do modelo precedente: um design que dialoga com os traços da passado da Moto Guzzi e com as exigências de uma moto contemporânea, de forma a satisfazer todos os entusiastas.
Desta forma, a Moto Guzzi V7 II é uma moto totalmente nova do ponto de vista da tecnologia, motorização, segurança, qualidade de construção, acabamentos e prazer de condução. Verifica-se também uma viragem decisiva na qualidade e opções de acessórios Moto Guzzi. A marca de Mandello del Lario tem hoje uma vasta gama de acessórios dedicados à família V7, de forma a que o nível de personalização seja único. Mas igualmente importante foi o estudo e desenvolvimento de elementos que permitem personalizar a V7 de forma especial, da Dark Rider à Scrambler e da Legend à Dapper. A gama V7 multiplica-se em face das três versões disponíveis e permite a cada Guzzista criar um veiculo totalmente original e à sua medida. É uma nova estratégia da Moto Guzzi que confirma a V7 como uma plataforma para a criação de motos especiais, também graças ao entusiasmo que os maiores customizadores do mundo aplicam nos modelos Guzzi.

Segundo ato de uma obra prima

Não é fácil melhorar uma Moto Guzzi. É preciso coragem, paixão e experiência para manter as expetativas e a reputação de uma marca lendária que é universalmente amada pelas suas motos. A renovação da V7 representa uma evolução do modelo anterior, com o necessário respeito para ostentar uma nova denominação: V7 II. A adição de numeração com símbolos romanos identifica historicamente os mais bem sucedidos modelos de Mandello del Lario, como a V50, Le Mans, 100 SP, California e, hoje, a V7.

A segunda geração da Moto Guzzi V7 mantém intacta a personalidade do modelo precedente: um design que dialoga com os traços do passado da Moto Guzzi e com as exigências de uma moto contemporânea, de forma a satisfazer todos os entusiastas.
Desta forma, a Moto Guzzi V7 II é uma moto totalmente nova do ponto de vista da tecnologia, motorização, segurança, qualidade de construção, acabamentos e prazer de condução. Verifica-se também uma viragem decisiva na qualidade e opções de acessórios Moto Guzzi. A marca de Mandello del Lario tem hoje uma vasta gama de acessórios dedicados à família V7, de forma a que o nível de personalização seja único. Mas igualmente importante foi o estudo e desenvolvimento de elementos que permitem personalizar a V7 de forma especial, da Dark Rider à Scrambler e da Legend à Dapper. A gama V7 multiplica-se em face das três versões disponíveis e permite a cada Guzzista criar um veiculo totalmente original e à sua medida. É uma nova estratégia da Moto Guzzi que confirma a V7 como uma plataforma para a criação de motos especiais, também graças ao entusiasmo que os maiores customizadores do mundo aplicam nos modelos Guzzi.

Um passo à frente

A Moto Guzzi V7 II nasce do trabalho levado a cabo sobre o motor e a ciclística, de forma a aumentar os níveis de segurança, ergonomia e conforto, em suma, o prazer de condução. Não é uma frase feita, a V7 está um passo à frente. Basta observar a caixa de velocidades, totalmente redesenhada, que completa a renovação do motor. A nova caixa de seis velocidades foi estudada no intuito de se alcançar um escalonamento mais correto, diminuindo o fosso entre as trocas de mudanças. No quotidiano, tal significa uma maior suavidade de andamento, percetível também no binário e no menor consumo de combustível. A par das alterações à caixa de velocidades, a embraiagem foi também objeto de melhorias, com o objetivo de obter um comando mais suave e homogéneo.

Segurança Integral

A Moto Guzzi sempre deteve competências nos aspetos que se reportam à segurança. A V750 S de 1973 foi uma das primeiras motos dotadas de um duplo disco de travão à frente, seguida da S3 com disco de travão atrás. Em 1975, a Moto Guzzi 850 T3 introduz a travagem combinada, dita integral, sistema utilizado até 2011. A finalidade do dispositivo era reduzir a distância de travagem e aumentar a respetiva estabilidade dinâmica. No presente, a Moto Guzzi continua a desenvolver soluções destinadas a incrementar a segurança ativa do motociclista, e na V7 introduz o ABS e o TCMG (Moto Guzzi Traction Control). O primeiro é uma unidade Continental de duplo canal, enquanto o segundo é um sistema herdado da Califórnia 1400, que se adapta à velocidade do veículo e entra em ação com base na diferença de velocidade entre a roda dianteira e a traseira.

Medidas novas

Olhando pela primeira vez para a V7 II, o olho treinado de um apaixonado pode intuir uma primeira grande diferença: a moto parece mais longa e debruçada sobre o eixo dianteiro. Parece ilusão ótica, mas é algo mais: o motor foi inclinado em 4º para o eixo dianteiro e rebaixado em 10mm face ao modelo anterior. Desta forma, foram ganhos 3cm de espaço para os joelhos, o que permite, graças ao rebaixamento em 25mm dos patins, acomodar aqueles que têm uma estatura acima da média.